 |
Fundado em 1962 por Ronaldo Bologna, com
o objetivo de divulgar o repertório
medieval e renascentista, na época
pouco conhecido no Brasil. Em 1963 o conjunto
passou a ser dirigido por Roberto Schnorrenberg,
e nos |
anos seguintes se consagra definitivamente entre
os melhores grupos corais de São Paulo, tornando-se
uma referência na interpretação
do repertório pré-clássico
no Brasil. Desde 1983 está sob a direção
de Abel Rocha, e vem ampliando seu repertório,
incluindo peças dos séculos XVIII
ao XX, tornando-se também cada vez mais eclético
quanto a gêneros e estilos.
O grupo foi responsável pela primeira
apresentação de diversas obras inéditas
no Brasil, entre elas o Vespro della Beata Vergine
de Claudio Monteverdi (1968), a comédia
madrigalesca La Barca da Veneza per Padova de
Adriano Banchieri (1981) e o moteto para 40 vozes
Spem in Allium, de Thomas Tallis, (1996). Presença
importante na vida musical da cidade de São
Paulo, o Collegium Musicum foi premiado pela Associação
Paulista dos Críticos de Arte em 1964,
1965, 1987 e 1995 como “Melhor Conjunto
Coral”. Em 1999 e 2002 foi indicado ao Prêmio
Carlos Gomes na categoria Conjuntos Corais.
| Responsável
pela primeira encenação em
São Paulo da Ópera Dido and
Aeneas, de Purcell, encenada com grande
sucesso no Theatro São Pedro, nos
últimos anos o Collegium Musicum
vem afirmando cada vez mais sua versatilidade
e seu ecletismo, sendo convidado para participar
de programas de televisão e de rádio,
espetáculos teatrais, concertos sinfônicos,
óperas, além manter a produção
de seus próprios concertos.Desde
1995 também participa e organiza
o Festival de Música Sacra de São
Paulo, que acontece todos os anos no mês
de outubro. Em 2002 lançou um
|

|
CD comemorativo aos seus 40 anos, com peças
desde o século XIV até a atualidade.
Desde sua fundação, mantém
atividades regulares sem qualquer tipo de apoio
do governo ou da iniciativa privada, graças
à cooperação de seus integrantes
na realização de suas atividades.
Sua agenda permanece continuamente movimentada,
levando ao público espetáculos de
qualidade com o toque particular que o conjunto
imprime em cada apresentação, desde
1962: o amor à arte.
 |
Abel Rocha cursou mestrado em Regência
de Ópera junto à Opernschule
da Robert-Schumann Musikhochschule, em Düßeldorf,
Alemanha. Desde seu retorno ao Brasil, foi
responsável pela regência e
direção musical de diversas
óperas, balés e concertos
sinfônicos frente às mais importantes
orquestras do país, como as orquestras
sinfônicas de São Paulo |
(OSM, OSESP, OER, Sinfonia Cultura, Jazz Sinfônica,
Banda Sinfônica), Brasília, Curitiba,
Salvador, Londrina, Ribeirão Preto, Santos,
Tatuí, etc.
Dentre os prêmios recebidos, destacam-se os
outorgados pela APCA - Associação
Paulista de Críticos de Arte como melhor
regente e melhor grupo coral, e em diversos concursos
e premiações corais.
É regente do Collegium Musicum de São
Paulo, coro especializado no repertório pré
clássico, desde 1983. Foi regente do Coral
Paulistano do Teatro Municipal de São Paulo
de 1987 a 1990. Atua também como diretor
musical e arranjador para teatro, shows e gravações.
Atualmente é professor de Regência
do Instituto de Artes da Unesp e da UniFIAM/FAAM.
É, também, presidente da Aparc - Associação
Paulista de Regentes Corais.
|