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Edna d'Oliveira (soprano)
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Edna
d'Oliveira é uma das sopranos brasileiras
de grande destaque por seu timbre delicado
e doce. Excelente atriz, foi muito elogiada
em sua atuação no mês
de abril deste ano como Papagena na ópera
"A Flauta Mágica", de W.A.Mozart,
realizada no Rio de Janeiro sob regência
do Maestro Silvio Barbato. Solista cativa
da OSESP, Edna vem desenvolvendo sua carreira
atualmente no Brasil, após residir
na Europa e aperfeiçoar-se por lá.
Vamos saber uma pouco mais sobre a carreira
desta grande cantora brasileira, de talento
singular. |
Edna d'Oliveira tem se destacado como um das mais
importantes sopranos de sua geração.
Dona de um timbre doce e cristalino, a cantora já
se apresentou com sucesso em produções
como as de Orfeo ed Eurydice, (Glück), La Bohème
e Gianni Schicchi (Puccini), L'Elisir d'Amore (Donizetti)
e Porgy & Bess (Gershwin). Na temporada 2.000,
colheu o aplauso entusiasmado de público
e crítica cariocas atuando como "Gilda",
na montagem de Rigoletto (Verdi), e como "Adele",
na opereta O Morcego (Strauss II), ambas no Theatro
Municipal do Rio de Janeiro. Neste mesmo ano, obteve
um êxito excepcional interpretando "Bess",
na versão em concerto da ópera de
Gershwin, realizada pela Orquestra Sinfônica
do Estado de São Paulo, sob regência
do Mto. Roberto Minczuk.
| O
talento da cantora foi reconhecido em importantes
concursos de canto nacionais, sendo premiada
no II Concurso Maria Callas, no III Concurso
Nacional de Canto (FUNARTE) e no Prêmio
Jovens Solistas da |

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OSESP. Apresentou-se em várias cidades italianas
como solista do Grupo Brasilessência, com
o qual gravou três discos com obras de André
da Silva Gomes. Atualmente, Edna d'Oliveira participa
regularmente dos cursos promovidos pela Royal Academy,
em Londres.
A solista participou do V Festival Amazonas de Ópera,
em 2001, cantando "Musetta", na montagem
de La Bohème (Puccini).
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Apresentou-se,
também, junto à OSESP, na Grande
Missa em Dó Menor KV 427, de Mozart,
sob regência do Maestro. Roberto Minczuck.
Cantou no Teatro São Pedro, em São
Paulo, na montagem da ópera L' Oca
Del Cairo e O Empresário |
(Mozart), e, pouco depois, participou da produção
do espetáculo Barroco!, no Centro Cultural
Banco do Brasil, RJ, e de vários outros concertos
e recitais.
Em 2002, a cantora foi convidada a participar do
espetáculo
| dirigido
por Marcelo Tas, "ZAP, o resumo da
ópera", e na antológica
versão de As Valquírias, sob
direção de Aidan Lang, ambos
os espetáculos programados no VI
Festival Amazonas de Ópera. Nesse
mesmo ano, cantou na aclamada montagem da
ópera João e Maria (Hänsel
und Gretel, de Humperdink), no Teatro Municipal
de São Paulo, e, também, foi
"Micaëla", na Carmen (Bizet)
encenada no Teatro Amazonas. Por fim, cantou
a bela "Prayers of Kierkegaard",
de Benjamin Britten, na Sala São
Paulo |

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sob a regência do maestro John Neschling.
Na abertura da Temporada Lírica 2003 do Theatro
Municipal de São Paulo, Edna D´Oliveira
protagonizou "Elena" na ópera Chapéu
de Palha de Florença, de Nino Rota, na qual
foi
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elogiadíssima
por críticos e revistas espanholas
e foi "Hortência" na estréia
mundial da ópera Anjo Negro, de J.G.
Ripper, baseada na peça de Nelson Rodrigues.
Participou do Réquiem de Mozart junto
a Orquestra Sinfônica Brasileira com
o maestro Yeruham Scharovsky. Novamente repetiu
seu grande sucesso como Gilda(Rigolleto) no
encerramento da temporada lírica do
Theatro Municipal do Rio de Janeiro sendo
considerada uma das mais belas e corretas
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interpretes da personagem. Finalmente participou
do projeto Portinari, Crianças Brincando,
pelo CCBB em São Paulo, interpretando Sonetos
de Michelangello musicados por B. Britten e o ciclo
Portinari de J.G.Ripper. Atualmente a cantora obteve
grande sucesso em audições pelos EUA
e Europa.
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