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Sandro
Bodilon (barítono)
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Iniciou-se
na música em sua cidade natal, São
Joaquim da Barra (SP), cantando no madrigal
regido pelo maestro Barros Garbogginni, com
o qual desenvolveu um trabalho solista, apresentando-se
com o grupo em cidades do interior, na capital
e em outros estados.
Mais tarde, transferiu-se para São
Paulo, quando obteve bolsa de estudos da Faculdade
de Música Carlos Gomes, diplomando-se
bacharel em canto sob a orientação
da professora Regina de Boer. |
Ainda na faculdade, em 1988, faz sua estréia
com a COC (Companhia de Ópera de Câmara),
na ópera 'Bastien und Bastienne', de W.A.
Mozart, encenada no Centro Cultural São Paulo,
no Teatro Lírico de Equipe e em Americana
(SP) com a Orquestra Municipal de Americana, regida
pelo maestro Parcival Módolo.
Em 1990, após ser ouvido pelos maestros do
Theatro Municipal de São Paulo, foi convidado
a fazer parte do Coral Lírico, onde, desde
então, canta regularmente nas óperas
e concertos sinfônicos e também na
série 'Vesperais Líricas' como solista
de várias obras, tais como: Thais (Massenet),
Manon (Massenet), Werther (Massenet), La Cenerentola
(Rossini), La Boheme (Puccini), Così fan
Tutte (Mozart), entre outras.
| Apresenta-se
também, a convite da coordenadora
Regina Helena Mesquita, nos Concertos do
Meio-Dia, no Theatro Municipal de São
Paulo, interpretando canções
de compositores brasileiros, italianos,
alemães e franceses.
Em 1992 realizou recital na Sala São
Luiz (SP) com a pianista taiwanesa Suzanne
Lynn Liang, executando canções
do romantismo alemão. O duo voltou
a se apresentar no mesmo lugar em 1994,
com o ciclo Dichterliebe de R. Schumann,
e em 1995 com canções
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francesas.
Também em 1992, o barítono participa,
no Theatro Municipal de São Paulo, da Ópera
dos 500 (como Dom Fernando) de Naum Alves de Souza,
e da ópra Gianni Schicchi (Amantio) de Puccini,
regida por Alessandro Sangiorgi.
Junto a outros três cantores e dois pianistas
forma o Sexteto Brahms, que, em 1993, se apresentou
no Centro Cultural São Paulo, na Faculdade
Carlos Gomes e no Senac de Osasco, com os 18 Liesbeslieder
de J. Brahms e outras canções do compositor.
De 1993 a 1996 integrou o grupo vocal Brasilessentia
regido pelo maestro Vitor Gabriel, com o intuito
de interpretar e difundir a música coral
brasileira, gravando dois discos e cantando na Itália
(Roma) e em várias cidades do Brasil.
No início de 1995, vence o Concurso 'Jovens
Solistas', apresentando-se com a Orquestra Sinfônica
do Estado de São Paulo, no Memorial da America
Latina, sob regência de Eleazar de Carvalho.
Participa, no mesmo ano, da Ópera La Boheme,
de Puccini (como Schaunard), no Teatro Arthur Azevedo
(SP), sob direção artística
do maestro Luiz Fernando Maheiro e direção
cênica de João Malatian.
Ainda em 1995 é agraciado com bolsa de estudos
da Fundação Vitae, tendo aulas de
interpretação operística com
o maestro Abel Rocha.
Em julho daquele ano participa da Ópera Il
Barbieri di Siviglia (Rossini), como Fiorello, e
em novembro canta D. Giovanni (Mozart) no papel
de Masetto, ao lado do grande barítono Justino
Diaz, sendo que as duas óperas foram levadas
ao Theatro Municipal de São Paulo, sob a
regência de Isaac Karabitchevsky.
Em março de 1996, o barítono canta
pela primeira vez o personagem Papageno da ópera
"A Flauta Mágica" (MOzart), no
Teatro SESC Ipiranga, com direção
musical de Abel Rocha e cênica de Hugo Possolo,
ao lado dos cantores Adélia Issa, Rosana
Lamosa e Eduardo Abumrad.
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No
mês seguinte, junto à Orquestra
Sinfônica Juvenil do Estado de São
Paulo, apresentou-se na ópera Il Barbieri
di Siviglia (Rossini), como D. Bartolo, no
Memorial da America Latina e no Teatro SESC
Santos, sob a regência de João
Maurício Galindo.
Com o Coral Collegium Musicum de São
Paulo, sob regência de Abel Rocha, interpretou
a parte solista de barítono da Missa
em Ré Maior de Dvorák, no II
Festival de Música Sacra, em junho
de 1996.
Em 1997, interpretou Fígaro da ópera
Le Nozze di Figaro (Mozart) com a Orquestra
Sinfônica de Santos, regida por Luis
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Gustavo Petri, com récitas no Teatro Municipal
Brás Cubas (Santos) e Teatro Paulo Eiró
(SP), e também cantou a ópera Il Barbieri
di Siviglia (rossini), como D. Bartolo, com a Orquestra
Sinfônica Municipal de São Paulo, regida
por Luiz Fernando MAlheiro, com direção
cênica do famoso baixo Enzo Dara, também
no teatro Paulo Eiró.
Em setembro do mesmo ano, esteve na Dinamarca, a
convite do governo brasileiro, para participar como
solista do Festival de Música da cidade de
Aarhus, junto com o Maestro Lutero Rodrigues.
Protagonizou, no início de 1998, a ópera
Gianni Schicchi (Puccini), no SESC Ipiranga, com
direção musical de Abel Rocha, contando
no elenco com Rosana Lamosa, Regina Mesquita e Rubens
Medina.
Em abril desse ano, canta novamente a Flauta Mágica
(Mozart), como Papageno, com a Orquestra Sinfônica
de Santo André, regida pelo maestro Flavio
Florence e com direção cênica
de Walter Neiva, tendo sido gravada e apresentada
na íntegra pela TV Cultura.
| Realiza
duo, há vários anos, com a
pianista Rosely Freire, desenvolvendo um
repertório camerístico variado,
que inclui autores alemães, franceses,
espanhóis e brasileiros, apresentando-se
com freqüencia em São Paulo.
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Em 1998, apresenta-se junto com a mezzo-soprano
Regina Mesquita e a pianista Rosely Freire, num
recital dedicado à música nacionalista,
no SESC Vila Mariana, além de participar
do Festival de Encerramento das Atividades do Theatro
Municipal de São Paulo, interpretando o Rei
Melchior da ópera Amahl e os Visitantes da
Noite (Menotti).
Com o coral Canticorum Jubilum, regido por Muriel
Waldman, cantou em abril de 1999 o oratório
"As Sete Palavras de Cristo na Cruz",
de Amaral Vieira, com José Luiz de Aquino
ao órgão.
No Teatro Alpha, em maio de 1999, cantou a ópera
Madama Butterfly (Puccini), no papel do Comissário
Imperial, sob a regência do maestro Isaac
Karabitchevsky e direção cênica
de Carla Camurati.
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Estudou canto
com os professores Edílson Costa e
Joselyne Gallo, além de interpretação
de música de câmera (em especial,
a canção brasileira) com Lenice
Priolli. Atualmente, se |
aperfeiçoa com o professor Carmo Barbosa.
Neste ano de 2003, já atuou na ópera
O Telefone, de Menotti, junto à Orquestra
Sinfônica da Universidade de Londrina, e da
ópera Il Barbiere di Siviglia, no Palácio
das Artes, em Belo Horizonte, sob a direção
de Carla Camuratti.
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