 |
Sandro Christopher é natural de Campo Grande
- MS. Iniciou seus estudos de canto e música
em 1977, na Escola de Música de Brasília,
sob a orientação de Francisco Frias. Fez
sua estréia profissional, em ópera, com
o papel protagonista em Le Nozze di Figaro
(Mozart). Depois disso, ainda em Brasília,
cantou em diversas óperas, concertos e recitais
dos quais se destacam: Qorpo Santo (Jorge
Antunes - estréia mundial), La Bohème (Puccini),
|
Les Pêcheurs de Perles (Bizet), Il Guarany
(Carlos Gomes), Carmina Burana (Carl Orff), Carmen
(Bizet), Lucia di Lammermoor, Don Pasquale e L’Elisir
d’Amore (Donizetti), La Traviata (Verdi),
A Flauta Mágica (Mozart), Colombo (Carlos
Gomes), Il Barbiere di Siviglia e La Cenerentola
(Rossini) e Porgy & Bess (Gershwin).
Em 1985, transferiu-se para Roma, onde deu prosseguimento
a seus estudos na Accademia Santa Cecilia, com
os professores Giorgio Favaretto, Loredana Franceschini
e Lilia Reyes. Ainda em Roma, ganhou o Concurso
Internacional da Accademia Briccialdi sendo, por
isso, convidado a cantar nas óperas La
Bohème e Don Giovanni. Nos anos seguintes,
Sandro Christopher morou e estudou em Milão
e Nova York, onde completou seus estudos no Conservatorio
Giuseppe Verdi e na Manhattan School of Music,
sendo orientado nessa última por Rita Patané,
com quem trabalha até hoje. Participou,
ainda, de masterclasses e cursos especiais com
Federico Daviá, Birgit Nilsson, Renata
Scotto, Martin Katz, Yelena Kurdina, Renato Cappecchi,
Mignon Dunn, entre outros.
| Com
um repertório de mais de 60 óperas,
o barítono já se apresentou
em diversos países e teatros, tais
como: Teatro Wiecki, de Varsóvia;
Ópera de Lødz; Festival Chaliapin,
na Sibéria; Connecticut Opera; Opera
de Saint Louis; San Jose Opera; New Jersey
Opera; Brooklyn Academy of Music; Montreal
Opera; Quebec Opera; Carnegie Hall - em
Nova York - e nos teatros Municipais de
São Paulo e Rio de Janeiro, além
|

|
do Teatro Nacional Cláudio Santoro, de Brasília
e do Teatro Guaíra, de Curitiba.
Na temporada passada, 2002, foi o "Fantasma"
e o "Empresário" no espetáculo
O Fantasma do Theatro; "Pangloss" ,
no "Candide" (Bernstein); "Peter",
pai das crianças, na ópera João
e Maria (Hänsel und Gretel, de Humperdinck);
"Leporello", em Don Giovanni (Mozart)
e "Germont", em La Traviata.
Em todas essas montagens, trabalhou ao lado de
nomes importantes da cena lírica nacional
e internacional como: Eva Marton, Aprille Millo,
Richard Leech, Diana Soviero, Ruth Ann Swenson,
Renato Cappecchi, Alberto Cupido, James Morris,
Dennis O’Neill, Niza de Castro Tank, Benito
Maresca, Paulo Fortes, Isaac Karabtchevsky, John
Neshling, Eleazar de Carvalho, Jamil Maluf, Luiz
Fernando Malheiro, Aylton Escobar, Anton Guadagno,
Eve Queller, Peter Tiboris, Roberto Oswald, Tito
Capobianco, Giorgio Albertazzi, Maria Francesca
Siciliani, Mario Corradi, Aidan Lang, Federico
Daviá, entre outros.
Além de suas atividades na área
lírica, Sandro vem desenvolvendo nos últimos
anos atividades no teatro de prosa com destaque
para Solteira, Casada, Viúva, Divorciada,
com Lilia Cabral (Prêmio Shell de Melhor
Atriz), A Ópera dos Três Vinténs,
de Brecht e no infantil Uma Dama e um Vagabundo,
de Marcelo Saback (indicação para
os prêmios Mambembe, Coca-Cola e APCA, como
Melhor Ator).
 |
Em março deste ano o barítono
Sandro Christopher teve uma memorável
atuação no papel de 'Beaupertuis'
na ópera O Chapéu de Palha
de Florença de Nino Rota. Nas temporadas
2003/04, cantará nas óperas
'O |
Homem dos Crocodilos' (Arrigo Barnabé) no Centro
Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, será
Geny na 'Ópera do Malandro' e estará
na premiére mundial de 'Haroun and the Sea
of Stories' (Charles Wuorinen).
Recentemente recebeu o Prêmio Qualidade Brasil,
na categoria "Prêmio Especial de Música
Erudita", e o Prêmio Carlos Gomes (2002),
como "Destaque Vocal Masculino de 2002".
Em Roma, ganhou o Concurso Internacional da Accademia
Briccialdi.
|