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Tocata Brasil
(harpa, flauta , violoncelo e contrabaixo)
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O grupo teve
sua origem quando a harpista Cristina Braga
e o contrabaixista Ricardo Medeiros, juntamente
com o flautista Igor Levy, que haviam participado
do grupo OPUS 5, conceberam uma série
de concertos em que a |
música popular seria apresentada com a elegância
e o virtuosismo da música erudita, e temas
eruditos seriam apresentados com a fluência
e improvisos típicos da música popular.
Os arranjos e adaptações ficaram a
cargo de Ricardo Medeiros, que havia acabado de
concluir seu Mestrado em Composição
na Universidade de Londres, e ao trio juntou-se
o violoncelista Ricardo Santoro.
| Desde
sua formação o grupo apresentou-se
para as mais diversas audiências,
tanto de prestigiadas séries de música
erudita quanto de escolas em concertos didáticos.
O TOCATA BRASIL tem sido |

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requisitado também em encontros importantes
como a dos Ministros da Cultura do Mercosul (1998)
e a dos Chefes de Estado da Cimeira (1999). Para
o CD em lançamento pela Som Livre, o grupo
contou com as participações muito
especias de José Staneck (gaita), Leandro
Braga (piano) e Juan Capobianco (bandoneon), expandindo
ainda mais as possibilidades sonoras do conjunto.
O repertório deste CD mostra claramente a
diversidade artística deste conjunto, pois
obras de compositores considerados populares como
Tom Jobim, Astor Piazzolla e Duke Ellington soam
como verdadeiros clássicos ao lado de composições
de Bach, Handel e Villa-Lobos.
Cristina Braga
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Iniciou seus
estudos com Acácia Brazil na Escola
de Música da UFRJ, onde graduou-se
em harpa. Aos 15 anos, apresentou-se na Holanda,
de onde recebeu convites para recitais na
Europa, Estados Unidos e Israel. Fez curso
de virtuosidade com Susann Macdonald em Indiana,
EUA.
Foi membro fundadora do Quinteto Instrumental
Opus 5, que atuou durante 12 anos no cenário
musical brasileiro e internacional, deixando
3 discos e tendo feito várias turnês
pelo Brasil e Europa. |
É detentora de diversos prêmios e já
foi solista das principais orquestras do Rio de
Janeiro e São Paulo.
Cristina Braga tem 10 discos gravados, além
das trilhas sonoras dos filmes Tieta e Orfeu no
Carnaval. Trabalhou com grandes nomes da música
popular como Ângela Maria, Quarteto em Cy,
Zizi Possi e Nara Leão. É a primeira
Harpa da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal
do RJ e integrante dos conjuntos Tocata Brasil e
Bambu.
É uma das diretoras do Congresso Mundial
de Harpas, tendo se apresentado em 2002 em Genebra
no prestigiado Victoria Hall, mostrando somente
música popular brasileira na Harpa. Seu disco
Espelho D'água, da gravadora VISOM, foi comprado
e está sendo distribuído por gravadoras
da Tailândia e Japão.
Igor Levy
| Nascido
em Florianópolis, estudou música
na Universidade Federal de Santa Catarina
(SC), sob a orientação de
Gilberto Bittencourt e flauta transversal
na Escola Superior de Música do Teatro
Carlos Gomes (SC), sob a orientação
do professor Luiz Pedro Krul. Fez o curso
superior de música na Escola de Música
da Universidade Federal do Rio de Janeiro
(RJ), na classe do professor Celso Woltzenlogel.
Professor em várias escolas e grupos
culturais, incluindo os Canarinhos - Meninos
Cantores de Petrópolis e o |

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Colégio São Bento no Rio de Janeiro,
Igor Levy tem formado vários duos, trios,
quartetos e quintetos ao longo de sua carreira camerística.
Entre outros, fez duos com harpa, com violão
e piano e - com Cristina Braga (Harpa), Angelo Dell
Orto (violino), Ricardo Medeiros (contrabaixo) e
Paulão (percussão) - formou o Quinteto
Instrumental Opus 5.
Como concertista, fez um tour pela Europa, tocando
em Viena, Munique, Hanover e Madri, em 1994 e, em
1999, participou do Concerto de Natal que encerrou
a temporada de concertos da Sala Cecília
Meirelles.
Participou de programas na TVE, no SBT (Jô
Soares Onze e Meia) e na TV Manchete (programa infantil
A Nave da Fantasia e programa Márcia Peltier).
Gravou os CDs Introducing Opus 5, The New Sound
of Brazil (Nova York, 1989) e O Mundo é um
Moinho (Rio de Janeiro, 1992). Também gravou
com o coro infantil do Teatro Municipal do Rio de
Janeiro, sob a regência de Elza Lakschevitz.
Ricardo Santoro
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Iniciou seus
estudos com o pai, o contrabaixista Sandrino
Santoro. E, 1989, graduou-se pela Escola de
Música da UFRJ , com dignidade acadêmica
Magna cum laude, obtendo o título de
Especialização com Violoncelo
pela mesma Universidade.
Pertence aos quadros da Orquestra Sinfônica
Brasileira (OSB) e da Orquestra Sinfônica
da |
UFRJ, onde já atuou várias vezes como
solista. Faz parte do Duo Santoro juntamente com
seu irmão gêmeo Paulo, que estreou
em 1990 e já se apresentou nas principais
salas de concertos do Brasil, dentre elas a Sala
Cecília Meireles, Theatro Municipal, Centro
Cultural Banco do Brasil, Salão Leopoldo
Miguez, FINEP, Candelária, Teatro Carlos
Gomes, Museu da República e várias
outras fora do Rio de Janeiro.
Seus recitais incluem um leque eclético de
estilos que vai do clássico ao popular, com
transcrições e arranjos para violoncelo,
assinados, em sua maioria, pelo próprio duo.
No ano de 1992, tiveram seu trabalho reconhecido
através das condecorações "Medalha
de Ouro" e "Medalha de Prata". conferidas
pela Escola de Música da UFRJ, iniciando,
a partir daí, participações
constantes em gravações para televisão
e rádio.
Tocaram ao lado de mestres da música popular
como Sivuca, Robertinho de Recife e Bibi ferreira
e em palcos teatrais ao lado de atores como Carlos
Vereza e Nathália Timberg, além de
participações em discos de Guilherme
Arantes, Simone, Almir Sater e Roberto Carlos. Por
unanimidade, Paulo e Ricardo receberem da União
Brasileira de Escritores o prêmio de Personalidade
Cultural de 1995.
Ricardo integra diversos conjuntos de câmara,
entre eles o trio de câmara com o violinista
Ricardo Amado e o pianista Flávio Augusto,
que fez durante o ano de 2000 duas excursões
à Europa apresentando música brasileira
de concerto.
Atualmente é professor da Escola de Música
da UFRJ.
Ricardo Medeiros
| É
graduado em Contrabaixo pela Escola de Música
da UFRJ, na classe do professor Sandrino
Santoro. Fez mestrado na Universidade de
Londres, onde obteve o título de
Mestre em Música Contemporânea
e cursou também o mestrado em composição
da Escola de Música da UFRJ.
Fez curso de Regência Coral nos Seminários
de Música Pró-Arte, com o
maestro Henrique Gregory.
O contrabaixista participou do
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Quinteto Instrumental Opus 5, do qual foi também
diretor musical. O grupo se apresentou nas principais
casas de espetáculo do país, além
de ter excursionado à Dinamarca, Alemanha,
Áustria e Espanha. Com o Opus 5, Ricardo
Medeiros tem três CDs gravados. O primeiro,
inteiramente com composições próprias,
lançado apenas nos EUA (Intercom Music),
o segundo com arranjos de temas de Noel Rosa e Cartola
(Imagem)e o terceiro com arranjos seus para os temas
mais conhecidos da música clássica
(Albatroz). Tem ainda diversas músicas gravadas
por artistas, como Sonia Maria Vieira, Marcos Llerena,
Cristina Braga, Duo Santoro e Orquestra Brasil Folclore.
O músico trabalhou com diversos artistas
do cenário musical brasileiro, como Raul
Seixas, Zizi Possi, Zé Rodrix, Peri Ribeiro
e Angela Maria, entre outros. Com a cantora e compositora
Bia Bedran formou o grupo Bloco da Palhoça,
dedicado à pesquisa do folclore e ao público
infantil em geral. Com ela apresentou-se por todo
o interior do Rio de Janeiro e gravou o disco Música
Para Brincar e Cantar (Continental). Foi diretor
musical do programa infantil da artista (Bia Canta
e Conta), que esteve no ar durante três anos,
na TV Educativa.
Atualmente, Ricardo Medeiros integra como contrabaixista
os quadros da Orquestra Sinfônica Nacional
da Universidade Federal Fluminense. É contrabaixista
e arranjador do grupo Bambu, que se dedica à
pesquisas e arranjos novos para temas do folclore
brasileiro, e do grupo Tocata Brasil, que apresenta
sempre com arranjos originais tanto música
erudita como popular.
Em 2003, por ocasião das comemorações
de 100 anos de Ary Barroso, foi convidado a fazer
os arranjos para a Orquestra Sinfônica Nacional,
que se apresentou em Ubá com as cantoras
Elza Soares e Marília Pêra.
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